Já
quis gritar ao mundo minha insatisfação;
Já
quis te xingar, gritar, brigar, e perder a razão.
Já
quis chorar, chorar, chorar e depois sozinha, soluçar, pensando "porque
não?"
Mas
sabe, ultimamente, tenho preferido o silencio,
A
entregar a verdade sobre o meu coração.
Que
ele morra todos os dias, que ele morra,
Aos
poucos, que ele aja como mais um louco...
Mas
que ele não diga nada.
Parece
cruel, a imensidade de sentimentos que se oprime...
Mas
mantendo esse tal regime interno,
Mantenho-me
forte por fora, e quem sabe, não aprendo a acreditar,
Na
mentira que conto, em desforra?
É
bom sorrir, melhor do que ser incompreendido.
É
ruim mentir, mas é necessário, para que não seja pisado e esquecido.
Então
que seja, minto como se esse ato,
Tivesse
qualquer coisa de estrelato, qualquer coisa de beleza.
E
que se dane, toda essa incerteza.
Terei
vitória, enquanto olhar pra mim,
E
não saber que como você, eu tenho fraqueza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário