domingo, 15 de abril de 2012


Logo tenho coragem, depois de tanto refletir sobre o que já me disse;
Preparo um discurso celebre, contando minhas inconstâncias,
 meus medos, meus amores, meus temores, meus segredos.
Vem-me você, nada digo, nada sei fazer, não acho mais que seja certo,
 me declarar sem a certeza de ouvir de volta, 
também quero você, também aceito o problema... 
Resolvo o dilema, te ensino, cuido, e será uma vida plena...
Parece tolo, parece não ter sentido, quando penso no que escrevo,
quando penso no que não te digo.
Então fica tudo na mesma, rindo, descobrindo, e ainda sem ter a certeza.
É bom, mas não é o melhor,
Mas se assim está fácil, pra que se arriscar? se pode tudo acabar,
E todo o tempo que levei para me acostumar,
ser jogado fora, tudo o que já pensei,
e já planejei virar uma lembrança triste em minha memória,
talvez deva terminar mesmo assim,
Toda essa pequena história...
Vou contendo os pensamentos ruins, na tentativa de não imaginar você indo embora.
Não sei se sorriria, mesmo se passando pelos relógios, todos os pontos do ponteiro,
Todas as infinitas horas.
Então prefiro seguir sorrindo e sem coragem, pelo menos por agora.

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