terça-feira, 24 de abril de 2012

Zombie Love Never Dies.


Não só estou triste porque te amo,
Alguém que não me quer,
Não só estou triste porque é complicado,
Só por ser o que é,
Não estou apenas triste, por saber que vou sofrer...
Estou triste, porque amor verdadeiro nunca morre.
Ainda que caído, grita,
Ainda que reprimido, não se diminui,
Não se condensa... Não se fere.
E pergunto-me, o que faço com isso?
Já sabia que não acabaria em vida, todo esse vício.
É você, o que é... O que representa o que expressa,
O que sente... Tudo.
Não há em mim, intenções de declarações e choros.
Pois meus orgulhos vão até onde a razão não mais alcança...
Mas há aquela sensação de que te amarei até o fim.
Será isso pior do que a morte?
Será isso como algo de morto-vivo que me perseguirá,
Não importando o quanto eu corra, o quanto eu fuja?
E eu, que tola sou desde que nasci não sei nem aumenos até quando irei resistir;
Segurar as palavras
Antes que saiam lhe entregando a verdade,
Entregando-lhe tudo o que sou.
Bom, se no inicio fora apenas a saudade,
Que me falava manso,
Enquanto nenhum outro pedaço te detectou,
Ela agora, já não fala baixo,
Já não se contém.
Não vejo qualquer coisa de bom, em sentir algo assim,
Um amor “Zumbificado” por alguém.

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