sábado, 14 de abril de 2012

Ausências.


Muitos olhares não foram trocados,
Muitas palavras não foram ditas,
Muitas mentiras foram aceitas, e
Muitas propostas esquecidas...
E se o que já era de suma importância,
Perdeu-se de seu valor, o que devo eu fazer,
Com esse tal de amor?
Encho-me por completo por uma raiva,
Mais uma raiva que chora e grita,
Em silêncio depois da crise, penso, me encontro agora, aflita!
Nada é pior do que a ausência de qualquer resposta,
Ou de qualquer pergunta, o vazio.
Pois por mais que me diga algo que eu não entenda, algum dia,
Poderá fazer sentido...
Já o silencio bom esse, não me esclarece,
Não me traz a certeza, me deixa no estresse contínuo.
Penso já, em outras coisas pra pensar...
Em outros "você", que ainda não tive coragem de negar ou aceitar..
Mas eu não sei por que, mas parece ser o mais importante,
O único talvez que eu fosse gostar...
“Fosse”, isso, não é tão certo quanto o sol no verão.
Todos esses, estão ao mesmo tempo me julgando,
Me amando, pedindo carinho, me odiando, pedindo perdão.
E meu pobre coração, já não sabe o que sente o que vê, 
O que quer...
Será mesmo, uma má escolha,
Ser na vida de um dos "você" a única e derradeira Mulher?

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