Se de importâncias não mais sou constituída,
Se de inconstâncias, ainda continuarei sem saber de nada
em sua vida,
Se ainda houver qualquer palavra omitida,
Nada dará certo, continuarei dividida.
Pois, ora quer-me muito, ora me esquece.
Mas logo penso que como eu, de orgulhos e mais orgulhos
perece...
Será que resolvo você com uma prece?
E já me canso, de saudades, noites mal dormidas, sonhos e
palavras contidas,
Já me canso de esperar, de conspirar, imaginar, ficar
ansiosa,
Construir-te por completo, ver através do meu coração teu
olhar.
Oras, penso que nem existes, penso que nunca existiu.
Será que meu coração é mais um poeta, que só pra sofrer,
te preferiu?
Vejo já, nascer-me forte, a indiferença, a insegurança.
Parece que você, mais uma vez, virou só lembrança.
Talvez seja por tudo, pelo mundo, pela distância, por
mim,
Talvez não seja tão difícil, eu é que estou vendo do
ângulo ruim.
Mas ora, pois, o Amor, não é criação minha?
Então por que me aprontas tanto, causa dores, me faz boba
tantas estripulias?
Se soubesse, talvez não risse, talvez não amasse, talvez
viesse.
Como vou saber se é verdade, quando diz que nunca me
esquece?
Sabe onde me encontrar, tanto você, quanto a tristeza,
Mas esta segunda me faz mais visitas, e com menos
sutilezas.
Vejo lá, ao longe, mais uma vez, você se aproximar.
Já não acredito já não me omito, já sorrio sem pensar.
É bom ver que está de volta, mas é ruim, saber que pode
não voltar.
Dentre estas injustas idas e vindas,
Sinto-me como o porto, esperando pelo barco,
Vendo águas frias, águas quentes, novas embarcações, e
ainda,
Dos seus beijos não dados, sinto-me carente.
Mas aguardando, como sempre contente.
Já chutei o balde, disse que desistiria... Mas como posso
desistir,
De algo que não escolhi, não planejei, não plantei, e
nunca inventaria?
Sua presença traduz o que é pra mim, a alegria.
Então, se aproxime, e com seus risos e ideias, de novo,
me oprime,
Até que eu não me aguente de certezas, aí sim,
Não haverá mais em mim, aquelas dúvidas e tantas defesas.
Se de inconstâncias, ainda continuarei sem saber de nada
em sua vida,
Se ainda houver qualquer palavra omitida,
Nada dará certo, continuarei dividida.
Pois, ora quer-me muito, ora me esquece.
Mas logo penso que como eu, de orgulhos e mais orgulhos
perece...
Será que resolvo você com uma prece?
E já me canso, de saudades, noites mal dormidas, sonhos e
palavras contidas,
Já me canso de esperar, de conspirar, imaginar, ficar
ansiosa,
Construir-te por completo, ver através do meu coração teu
olhar.
Oras, penso que nem existes, penso que nunca existiu.
Será que meu coração é mais um poeta, que só pra sofrer,
te preferiu?
Vejo já, nascer-me forte, a indiferença, a insegurança.
Parece que você, mais uma vez, virou só lembrança.
Talvez seja por tudo, pelo mundo, pela distância, por
mim,
Talvez não seja tão difícil, eu é que estou vendo do
ângulo ruim.
Mas ora, pois, o Amor, não é criação minha?
Então por que me aprontas tanto, causa dores, me faz boba
tantas estripulias?
Se soubesse, talvez não risse, talvez não amasse, talvez
viesse.
Como vou saber se é verdade, quando diz que nunca me
esquece?
Sabe onde me encontrar, tanto você, quanto a tristeza,
Mas esta segunda me faz mais visitas, e com menos
sutilezas.
Vejo lá, ao longe, mais uma vez, você se aproximar.
Já não acredito já não me omito, já sorrio sem pensar.
É bom ver que está de volta, mas é ruim, saber que pode
não voltar.
Dentre estas injustas idas e vindas,
Sinto-me como o porto, esperando pelo barco,
Vendo águas frias, águas quentes, novas embarcações, e
ainda,
Dos seus beijos não dados, sinto-me carente.
Mas aguardando, como sempre contente.
Já chutei o balde, disse que desistiria... Mas como posso
desistir,
De algo que não escolhi, não planejei, não plantei, e
nunca inventaria?
Sua presença traduz o que é pra mim, a alegria.
Então, se aproxime, e com seus risos e ideias, de novo,
me oprime,
Até que eu não me aguente de certezas, aí sim,
Não haverá mais em mim, aquelas dúvidas e tantas defesas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário