O futuro, a mim salvaria, me traria ar puro, se me
respondesse,
Que quando ele viesse você seria mesmo a melhor escolha
não feita,
A melhor proposta não aceita...
Mas em vez disso, me trás o silencio, me trás a falta de
contentamento.
Faço então da sua presença, um grande evento, e em sua ausência,
Os pensamentos que me torturam, sem demora, acalento,
Digo “o que tiver de ser meu, será”!
Mas então penso, e se eu tiver de conquistar?
Me esforçar? Um preço, ter de pagar?
E ao invés disso estou aqui, me sentindo como um
competidor invicto,
Mais amigo da vitória do que da vida,
Devo fazer o que com essa questão que se cria e me deixa
dividida?
Já que não tenho resposta, me diga você,
Que foge que me escolhe que diz que vai entender,
O que eu devo fazer?
Encontre a resposta enquanto crio adequada proposta,
Se sim, nos
juntamos como se fossemos uma alma enfim,
Se não, sorrimos, nos abraçamos, viramos amigos, pedimos
perdão.
Diga-me, quase “você” qual é a tua resolução?
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