É
pressão.
Muita
pressão.
Às
vezes me pergunto como posso aguentar,
Pergunto-me
como vou continuar...
Pergunto-me
se todo esse esforço vai de fato adiantar.
Vou
eu, com aquele peso que já estou acostumada,
E
mais outros, que a vida insiste em me entregar...
Em
meio a essas depressões momentâneas, esses amores indecisos,
Essas
explicações implícitas e esses falsos sorrisos,
Velejo
com a mão presa ao mastro,
O
chamado juízo.
Por
favor, não fique brava comigo!
Se
quiser, me critique de longe,
Pra
que eu não saiba e ainda pense em seu sorriso.
Se
for me abraçar, venha logo,
Ha
tempos estou precisando disso...
Já
se for me julgar,
Vá
embora e me deixe chorar,
Enquanto
admito, que errei
Ao
gostar tanto de alguém que não tem nada a ver.
Talvez
pense que não faz sentido.
Enquanto
pensas nisso, tento sair viva desse castigo,
Dica...
Me darei melhor em tudo,
Se
você esquecer de tudo de idiota que eu sou,
E me
ajudar a construir meu destino,
Ou
pelo menos concertar o que sobrou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário