Chegamos
ao ponto em que ninguém queria.
Não
há o que fazer e correu pra longe a euforia.
Já
não há risadas, nem conformidade, ou algo de poesia.
O
silencio foi aos poucos se aquietando e o que sobrou de nós foi a verdade que
nunca foi dita,
Penso
que talvez nem isso fosse,
Fiquei
aflita.
Ainda
que não lhe sorria tendo certeza de ser bom como a sintonia,
Permaneço
sem querer que termine,
Pois
de hora em hora meu coração bate num compasso que me deprime.
Que
lhe grita o nome e me toma os pensamentos...
Ás
vezes penso que é normal,
Às
vezes penso que se não houver mais nós, ficarei mal.
A
resposta.
Deveria
ser o que mais queríamos ao invés de parecer o que ambos tínhamos.
Talvez
seja carência, talvez seja passageiro
Talvez
seja o que não dissemos,
Talvez
devesse ser segredo.
E
com esse quase enredo,
Seguimos
essa história banhados em águas de medo
Meu
medo é sofrer, ou não querer, desapontar...
O
seu ainda não defino ao certo,
Talvez
seja algo a ver com se apaixonar.
Alguém,
por aí tem algum palpite de como vai acabar?
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