segunda-feira, 7 de maio de 2012

A resposta.


Chegamos ao ponto em que ninguém queria.
Não há o que fazer e correu pra longe a euforia.
Já não há risadas, nem conformidade, ou algo de poesia.
O silencio foi aos poucos se aquietando e o que sobrou de nós foi a verdade que nunca foi dita,
Penso que talvez nem isso fosse,
Fiquei aflita.
Ainda que não lhe sorria tendo certeza de ser bom como a sintonia,
Permaneço sem querer que termine,
Pois de hora em hora meu coração bate num compasso que me deprime.
Que lhe grita o nome e me toma os pensamentos...
Ás vezes penso que é normal,
Às vezes penso que se não houver mais nós, ficarei mal.
A resposta.
Deveria ser o que mais queríamos ao invés de parecer o que ambos tínhamos.
Talvez seja carência, talvez seja passageiro
Talvez seja o que não dissemos,
Talvez devesse ser segredo.
E com esse quase enredo,
Seguimos essa história banhados em águas de medo
Meu medo é sofrer, ou não querer, desapontar...
O seu ainda não defino ao certo,
Talvez seja algo a ver com se apaixonar.
Alguém, por aí tem algum palpite de como vai acabar?

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