Não
é a primeira, talvez não seja a ultima vez que encontro algo de brilhoso e
reluzente
Na
escuridão que me cerca constantemente.
Tomei
pra mim, dei atenção, carinho, disse que não, e que sim.
E
aquele brilhosinho que via todos os dias,
Tornou-se
importante pra mim.
Não
anotei na agenda e nem olhei os ponteiros,
Percebi
que esse brilhosinho,
Não
se notava, enquanto se alojava, com cuidado no lado esquerdo do peito.
Guardado,
foi de jeito em jeito.
E
apartir daí cada tropeço e cada queda, se tornou um recomeço,
Uma
risada e uma briga pouco agitada...
Ainda
ouso chamar de cilada, esse brilho que recolhi com apreço e que me ajuda
Mais
que qualquer lanterna bem enfeitada;
Pois
não se apaga, dura para sempre, e de qualquer outra coisa que já vi ou conheci,
É
bem diferente.
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