Mal
amadas e malditas,
Das línguas
que dizem que o que os olhos não veem o coração não sente!
Ainda
mais aborrecida fico, com a afirmação de que,
Quem
muito não se faz presente,
Depois
de certo tempo, a falta já não se sente!
E
que dirão de mim, sou a regra tênue,
Mera
exceção?
Ou
melhor, irão me sorrir,
E
dizer que é algo que não é,
E
que pessoa como eu, sofre,
É
porque quer?!
Mas
talvez esse tal sentimento, seja mesmo assim...
Capaz
de contradizer o que quer que se oponha,
Que
é ruim com tudo o que é bom pra mim.
Pobre
e ingrato. Chato, insensato,
Mal,
e tantas outras críticas se valham para
Caracterizar
tal fato.
Fazendo-te
precisar de qualquer ninguém,
Num
único ato.
Tal
qual uma doce peça de teatro.
Que
em cena, me faz pequena, admirada.
Ora
me faz louca cruel,
Ora
me faz abobada.
E se
não faço nada além de tentar esquecer e contrariar,
Vivo
por em tal pessoa pensar!
Parece
brincadeira, de todos os deuses,
Santidades
e até certo fruto da maldade.
Erro
eu admito, mas mereço mesmo,
Estar
largada ao meio deste enorme conflito?
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